Reflexões Daladier Lima

A esperteza evangélica

28Leio no UOL que alguns chineses criaram uma camisa que simula um cinto de segurança. A argumentação é que os guardas estariam mais atentos aos que abusam da bondade da fiscalização. Tal aumento da atenção se daria em função da grande quantidade de acidentes, nos quais os ocupantes do veículo são arremessados para fora numa colisão.

O recurso é uma burrice. Não protege, efetivamente. É um cinto falso e enseja maior punição face à tentativa de enganar o agente. Por óbvio, é muito melhor estar com o cinto numa colisão do que sem ele. O cinto em questão nem resolve um problema, nem outro. É só uma distração.

Não é diferente com alguns crentes hoje. Estão em pecado? Fogem da igreja e do pastor. Houve um problema espiritual? Nada de buscar ajuda. Em quantas situações na Igreja tal analogia não se aplicaria? Do obreiro que não lê a Bíblia e chega embromando. Do cantor que não tem boa voz, fica empostando e insistindo com a plateia. Dos grandes problemas ministeriais. As pessoas põem camisas com cintos virtuais e seguem em frente. E o problema persiste.

Cada um esteja inteiramente seguro em seu próprio ânimo (Romanos 14:5b)

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1 Comentário

  1. cristiano disse:

    hoje vejo q algumas igrejas tanto antigas e novas vararam faraonicas lideres que ve consntroen monumetos as vezes colocam suas imagens (fotosc)e gastao e gastao e nao distribuem o dinheiro para os pobres e dizem ajudem porque e para obra de Deus a obra de Deus ajudar os orfaos e viuvas dar de come quemtem fome vestir quem estar nu ver prezos e visitar doentes como fica esse povo se quem quer fazer a obra fica nas maos daquele liders pastores faraonicos orem por nos que estamos fazendo a obra pela fe fui abandonado por um lider um sarcerdote que virou farao mais eu e minha familia nao perdemos a fe e continuamos a fazer a verdadeira obra de Dues