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Ai, ai, ai! Vou bater na tecla de novo!

Fonte: Revista VEJA, edição 2267, 02/05/2012

Como eu não gosto desse negócio de ouvi dizer, acessei o site do Instituto e fui conferir a pesquisa. Se você quiser fazê-lo também, clique aqui. É interessante as informações subliminares da conclusão deles (traduzido no Google Tradutor).

Então o que devemos concluir a partir desses dados? Por que não estamos totalmente envolvendo e empregando líderes mulheres? Sim, a discriminação descarada é uma explicação potencial. Se não for real, será certamente conceitual. Quando nós compartilhamos nossas descobertas com um grupo de mulheres, fora deste levantamento particular, e lhe pedimos que sugiram por que elas pensaram que seus colegas tinham sido tão altamente classificados em tomar a iniciativa e auto-desenvolvimento, as respostas apontaram para a posição ainda frágil que se sentem estar no local de trabalho:  

“Precisamos trabalhar mais do que os homens a provar a nós mesmos.”
“Nós sentimos a pressão constante para nunca cometer um erro, e para melhorar continuamente a provar o nosso valor para a organização.” 

Ou seja, informalmente, ao menos, as mulheres que nós consultamos não se sentem as suas nomeações tão seguras. Eles têm medo de descansar sobre os louros. Sentindo a necessidade (muitas vezes sutilmente) para tomar a iniciativa, eles são mais motivados a ter feedback de coração. A ironia é que estes são comportamentos fundamentais que impulsionam o sucesso de qualquer líder, seja homem ou mulher.

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