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A Cabana: apenas uma obra de ficção

2 thoughts on “A Cabana: apenas uma obra de ficção”

  1. Roberto Rocha says:

    Acho interessante a sua colocação de não conseguimos entender a trindade, e coloca ums contas de somar com uma interrogação no Final. Agora pergunto eu: E desde quando as coisas de Deus é para se entender? I co 2:14. Como alguém finito, vai entender o infinito? Para que serve Isaías 55:8,9? E queres justificar um erro (assistir essa baboseira da cabana. I co 6:12), com outro, ao falar de coisas ruins que estão acontecendo nas igrejas! E o interessante é que a bíblia nos manda remir o tempo , e não ficar perdendo tempo com mentiras, que o diabo mudou de nome, agora é ficção!

  2. Valdomiro says:

    Pr. Daladier, concordo com o artigo.
    Meu irmão de sangue, novo na fé, mandou um zap perguntando sobre a questão anteontem. Não tinha lido esse artigo, mas eu, em poucas palavras, disse que o filme não é um tratado de teologia, mas ficção e deve ser visto como tal.

    Vale dizer aqui que, quem quiser assisti-lo como aula de teologia nem deve ir vê-lo. O filme é uma obra de ficção com temática religiosa só isso. Quem consegue distinguir ficção de realidade assiste o Código de Da Vinci, A Cabana ou qualquer outro nessa linha sem se escandalizar.

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