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Domingo da Igreja Perseguida. Ore! Divulgue! Participe!

26 de maio de 2013 – Domingo da Igreja Perseguida
Ranking da perseguição mundial*
1º Coréia do Norte
11º Síria
2º Arábia Saudita
12º Sudão
3º Afeganistão
13º Nigéria
4º Iraque
14º Paquistão
5º Somália
15º Etiópia
6º Maldivas
16º Uzbequistão
7º Mali
17º Líbia
8º Irã
18º Laos
9º Iêmen
19º Turcomenistão
10º Eritréia
20º Catar
* Fonte: Portas Abertas
“Em pleno século 21, cerca de 100 milhões de cristãos enfrentam hostilidade e perseguição religiosa pelo simples fato de seguir a Cristo. Essa intolerância acontece de várias maneiras: por meio do governo, da sociedade e, principalmente, da família. E, as represálias consequentes da profissão de fé destes irmãos são muitas vezes: encarceramento, agressões físicas e psicológicas, ameaças, perda de emprego, e morte.
O Domingo da Igreja Perseguida foi criado em 1987, pelo Irmão André (fundador da Missão Portas Abertas) e tem sido realizado no Brasil desde 1988. A data em si varia de ano a ano, pois é marcada no domingo, logo após Pentecostes. Este critério foi adotado, porque no relato bíblico em Atos capítulo 4, o início das perseguições aos cristãos acontece logo após a descida do Espírito Santo, com a prisão de Pedro e João. Simbolicamente, portanto, podemos dizer que esta foi a “fundação” da Igreja Perseguida.”
Prezados, queremos conscientizá-los da importância de interceder por nossos irmãos que em todo o mundo enfrentam dilemas tão terríveis. Para a maioria de nós é uma realidade inconcebível, uma vez que gozamos de liberdade religiosa e podemos, por decisão própria, ir a qualquer igreja a qualquer momento. Esta, porém, não é a realidade de muitos lugares do mundo. Países grandes, como a Arábia Saudita, prendem alguém pelo simples fato de distribuir uma literatura. Na China a igreja tem se submeter ao controle do Estado, sendo punidas severamente comunidades que se unem para adorar ao Senhor Jesus de maneira espontânea. Sem contar que na maioria dos países é impossível se reunir numa igreja para cultuar, não há bíblias ou hinários. Ser crente em lugares como Irã, Somália, Paquistão, Nigéria e Eritréia significa assinar um atestado mortal. Sua família o rejeitará, seu patrão irá demiti-lo, seus filhos serão tomados, você será preso e definhará até morrer. Em muitos desses lugares você seria enforcado e seu corpo seria colocado em praça pública para intimidar os demais.
Aproveitando a oportunidadequeremos que você pense sobre nossa igreja, nossos cultos, nossas reuniões. Talvez tenha dado pouco valor a elas porque no Brasil há liberdade de culto. Não custa lembrar que em alguns desses lugares já houve grande atividade cristã, mas outras religiões como o Islamismo se impuseram à força, tomando as rédeas da sociedade e banindo as demais.
Quantos cristãos norte coreanosgostariam de ter uma igreja como a sua para reunir-se? À falta dela reúnem-se em cavernas. Como os cristãos chineses gostariam de ter uma Bíblia como a sua para ler? Como não a tem, memorizam trechos extensos em suas reuniões, para poderem repassar a outros e relembrá-los nas dificuldades. Os afegãos gostariam de cantar em alta voz expressando a alegria da salvação, mas não podem. Por isso, abra a sua boca e glorifique a Deus. Finalmente, como os sauditas gostariam de falar de Jesus para seus conterrâneos? Mas isto lhes custaria a vida. Enquanto isso você pode e se acomoda. Pense nisso!
Ore! Interceda! Divulgue! Cem milhões de pessoas esperam por isso…
Para saber mais: http://www.domingodaigrejaperseguida.org.br/dip/o-que-e

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