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Quatro lições dos reis magos para a adoração moderna




Trazer o melhor é essencial


A narrativa da adoração nos Evangelhos inicia de forma singular. Estrangeiros se colocam adiante dos judeus e presenteiam o Rei em seu estábulo-berço (Mateus 2:11). Quase ninguém sabia que o Mestre já havia nascido, quando eles, guiados por uma estrela, chegaram à Jerusalém. Trouxeram ouro, incenso e mirra. A primeira lição efetiva: para adorar, devemos trazer o melhor possível! Não era tanto pelo valor do presente, aqueles olhares de satisfação emolduravam perfeitamente o quadro. Hoje, pastores inescrupulosos olham para os bolsos dos fiéis, enquanto recitam o mantra: Dê o melhor! O melhor é fugir deles. O melhor que você pode trazer para a adoração é algo que você não pode comprar: sua vida, seu coração!

Quantos não diz muita coisa

Não sabemos quantos eram os magos. Pela quantidade de presentes: ouro, incenso e mirra, a tradição católica entabula três. O número não diz muita coisa. Mas que eles fizeram um culto, não tenham dúvidas! Há inúmeros festivais de adoração, reuniões nas quais o número engana. Fuja das grandes reuniões, em geral Deus não será adorado nelas. Políticos, tendências, inovações, excrescências, objetivos inconfessáveis terão prioridade. Honram a Deus com os lábios, mas o coração… (Mateus 15:8). Ultimamente, até mesmo cultos aonde a Bíblia é exposta servem mais a propósitos acadêmicos ou de vaidade própria.

Seja diligente

Deus é encontrado pelos que o buscam, com persistência (Jeremias 29:13). A geração toque/acende em que vivemos, em cujos domínios o automatismo é cultuado, prioriza o imediatismo. Dobrou os joelhos, já está disparando em línguas, chorando e urrando. Não é assim que funciona. Deus não é McDonald’s! É preciso quebrantamento e tempo em sua presença para adorá-lo. Mímicas, expressões, sugestionamentos, chavões, clichês não vão ter efeito algum. Deus procura os verdadeiros adoradores, em oposição à falsidade de alguns reuniões de adoração. Não tenha pressa (Isaías 28:16), não fique ansioso… Os magos andaram inúmeros quilômetros somente para encontrar o Rei seguindo sua Estrela. E não desistiram no palácio, quando Herodes os queria usar como inocentes úteis.

Creia no sobrenatural

A adoração é uma experiência divina. Deus fará questão de retribuir sua devoção verdadeira. Os magos nos ensinam que não ignoravam estrelas e sinais. Sob a orientação divina seguiram seu caminho, sem delongas e ponderações. Quantos desprezam um culto verdadeiro, que apenas lhe parece fora de determinados padrões estáticos? Derrame-se, desarme-se, deslumbre-se. A adoração verdadeira é assim. Esqueça os termos da moda. O sobrenatural é simples.

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