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Como anda a eleição para a CGADB? [Atualizado]

Eleições CGADB na estaca zero

Prezados 180 leitores, neste breve post lhes posicionamos sobre as eleições para a CGADB. Tenho evitado o assunto porque vocês já devem estar saturados… Como sabem diversas ações questionaram, em todo o Brasil, o processo eleitoral da entidade, resultando na concentração dos processos no Tribunal de Justiça, portanto, de 2ª instância em Madureira/RJ, na região onde está instalada a Sede daquele colegiado de pastores.

Para se informar sobre o processo que levou a tais ações, acesse o post Fique de Olho nas eleições da CGADB

No último dia, 04/05, há um mês, portanto, houve uma audiência entre as partes, na qual nenhuma proposta de conciliação foi apresentada. O juiz Thomaz de Souza daquela comarca decidiu pela solicitação de informações de ambos os lados, que comprovem o teor das afirmações ou que pudessem esclarecer as questões. Segundo as informações de que dispomos, nada novo debaixo do sol foi apresentado. E a Comissão Jurídica da entidade agravou as ações.

O problema central gira em torno do descumprimento das determinações judiciais pela Comissão Eleitoral, especialmente, as do dia das eleições que preconizavam sua suspensão. Se há uma coisa que irrita a Justiça é o descumprimento de uma determinação judicial. Tanto que no meio jurídico há uma máxima: “Ação judicial não se questiona, se cumpre!”. Há, evidentemente, os inúmeros recursos que as partes podem interpor. E são os tais recursos que podem empurrar esta eleição para uma decisão daqui a dois ou três anos. É o tempo médio para que uma decisão seja proclamada por um tribunal de 2ª instância.

A CGADB segue capitaneada pela atual diretoria. Atentem os senhores para o seguinte: São seis meses em que as eleições estão tramitando desde o fechamento das inscrições. E ali só se fala nesse assunto. Não fora pelas ações da denominação e da CPAD nada teria acontecido desde então. A coisa é tão incrível que a entidade foi condenada à irrelevância. As igrejas estão em pleno funcionamento e independem do que se decide por lá. É a CGADB, aliás, que está a reboque do que se faz nas congregações.

Nem mesmo a Confissão de Fé, apresentada no final de abril, mereceu um estudo mais apurado e disseminado entre os membros. Numa rápida pesquisa Brasil afora não soube de quase nenhuma igreja onde foi apresentada à membresia. A própria entidade sequer disponibilizou em seu site até este momento. A mesma omissão persiste no CPADNews, orgão oficial da editora assembleiana. Também ignoraram solenemente o lançamento de tal documento fundamental alguns dos grandes portais assembleianos brasileiros, que até poderiam disponibilizar uma versão em PDF.

Voltando ao assunto do post, em resumo, não houve nenhuma decisão até o momento. Pelo andar da carruagem o “eleito” em 09/04 não assume, a eleição será anulada e a marcação de novas eleições ficará condicionada à apresentação de um acordo entre as partes. Algo neste sentido já deve estar sendo costurado nos bastidores. Mas haverá humildade para aceitar os termos? A conferir.

Podia ser diferente…

Atualizando…

No último dia 05/06 dois passos importantes foram dados:

1) O agravo da CGADB foi negado pelo juiz. Isto significa que o argumento utilizado para dizer que a eleição deveria ser validada caiu por terra. Aliás, bom frisar que uma outra tese apresentada era de que a decisão judicial do dia da eleição foi respeitada e a votação não foi até o fim. Mas, contrariando a CGADB, a SCYTL afirmou em juízo que o processo foi feito integralmente;

2) Foi marcada uma audiência para o dia 14/06, na qual será decidido o juízo de competência. Para a CGADB a escolha recai sobre Madureira/RJ, mas a Justiça pode decidir por Corumbá/GO. Ambos os juizados já se mostraram inclinados a acatar os argumentos da acusação. E parece que, desta vez, o imbróglio terá um desfecho negativo para nossa entidade maior.

Acompanhamento processual

Como dissemos  anteriormente, poderia ser diferente…

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