Considerações sobre o Milênio

Qual a etimologia do termo Milênio? Quais as posições sobre o Milênio? O que ensinam? Quem participará do Milênio? Haverá pecado no Milênio? As crianças que morreram de grávidas durante a Grande Tribulação estarão no Milênio? Haverá morte no Milênio? O Anticristo e o Falso Profeta vão morrer antes do Milênio? Estas e outras questões…

Prezados 40 leitores, convido-os a pensar sobre o assunto da lição do próximo domingo, algo de grande importância na escatologia: o Milênio! Iniciemos tomando por base o capítulo 20 do livro do Apocalipse, especialmente os versículos de 1 a 9, cujo conteúdo transcrevo logo abaixo:

1 E vi descer do céu um anjo, que tinha a chave do abismo, e uma grande cadeia na sua mão.
2 Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos.
3 E lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs selo sobre ele, para que não mais engane as nações, até que os mil anos se acabem. E depois importa que seja solto por um pouco de tempo.
4 E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus, e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram, e reinaram com Cristo durante mil anos.
5 Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se acabaram. Esta é a primeira ressurreição.
6 Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele mil anos.
7 E, acabando-se os mil anos, Satanás será solto da sua prisão,
8 E sairá a enganar as nações que estão sobre os quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, cujo número é como a areia do mar, para as ajuntar em batalha.
9 E subiram sobre a largura da terra, e cercaram o arraial dos santos e a cidade amada; e de Deus desceu fogo, do céu, e os devorou.

Já há comentários em abundância nas redes sociais e eu gostaria apenas de trazer algumas questões.

Qual a etimologia do termo Milênio?

Lê, Chilia

Lê, Chilia

Lê-se, cChilia etê

Lê-se, chilia etê

O termo Milênio não existe na Bíblia. Ele vem de mil, chilia em grego, mais anos, etê, plural de etos, ano. Daí derivou para o termo quiliasmo. O termo milênio, por sua vez, vem do latim, mille e annus, mais aproximado do inglês millennium.

Quais as posições sobre o Milênio? O que ensinam?

Pré-Milenismo ou Pré-Milenarismo 

Ensina que o Milênio se segue à Grande Tribulação. Após sete anos das bodas do Cordeiro no Céu e do domínio do Anticristo na Terra, Cristo descerá em glória e livrará Israel. Nos últimos três anos e meio da Grande Tribulação o Anticristo, já hegemônico no mundo, se encarregará se perseguir e subjugar o povo escolhido. Após a derrota do AntiCristo, tanto este como o falso Profeta serão lançados no lago de fogo e o Diabo será preso por mil anos. Então, haverá um período de paz e prosperidade mundial por mil anos, ao fim dos quais Satanás será solto, enganará as nações, se insurgirá contra o Senhor Jesus, será vencido e lançado no lago de fogo, eternamente.

É uma posição defendida desde os primórdios da Igreja Primitiva. Porém, os salvos daquela época imaginavam que a volta de Cristo se daria rapidamente. O que, obviamente, não aconteceu. A Igreja que se seguiu continuou crendo no Milênio. Os pais da Igreja são pré-milenistas. Transcrevo as listas de J. Dwight Pentecost:

Defensores do pré-milenarismo no primeiro século: 1) André, 2) Pedro, 3) Filipe, 4) Tomé, 5) Tiago, 6) João, 7) Mateus, 8) Aristio, 9) João, o Presbítero — todos esses são citados por Papias, que, segundo Ireneu, ouviu João pessoalmente e foi amigo de Policarpo […] Essa referência aos apóstolos concorda com os fatos que temos provado: a) os discípulos de Jesus tinham uma visão judaica sobre o reino messiânico na primeira parte desse século, e b) em vez de descartá-lo, eles o liga­vam ao segundo advento. Temos ainda: 10) Clemente de Roma (Fp 4.3), que viveu de 40 a 100 d.C. aproximadamente […]  11) Barnabé, cerca de 40-100 d.C. […]   12) Hermas, de 40 a 140 d.C. […] 13) Inácio, bispo de Antioquia, que morreu na perseguição ordenada por Trajano, cerca de 50 a 115 d.C. […] 14) Policarpo, bispo de Esmírna, discípulo de João, que viveu entre cerca de 70 e 167 d.C. […] 15) Papias, bispo de Hierápolis, viveu de 80 a 163 d.C. […]

Defensores do pré-milenarismo no segundo século: 1) Potino, um mártir […] 87-177 d.C. […] 2) Justino Mártir, cerca de 100-168 d.C…. 3) Melito, bispo de Sardes, cerca de 100-170 […] 4) Hegísipo, entre 130-190 d.C. […] 5) Taciano, entre 130-190 […] 6) Ireneu, um mártir […] cerca de 140-202. 7) As igrejas de Viena e Lion […] 8) Tertuliano, cerca de 150-220 d.C. […] 9) Hipólito, entre 160-240 d.C.

Defensores do pré-milenarismo no terceiro século: 1) Cipriano, cerca de 200-258 d.C. […] 2) Cômodo, de 200-270 d.C. […] 3) Nepo, bispo de Arsinoe, cerca de 230-280 d.C. […] 4) Corácio, cerca de 230-280 d.C. […] 5) Vitorino, cerca de 240-303 d.C. […] 6) Metódio, bispo de Olimpo, cerca de 250-311 d.C. […] 7) Lactâncio […] de 240-330 d.C. […]

Amilenismo ou Amilenarismo

O terceiro século marca o nascimento de uma posição contrária ao Milênio. Nessa ordem: 1) Caio (ou Gaio) […] no início do terceiro século […] 2) Clemente de Alexandria […] professor na Escola Catequética de Alexandria, que teve forte influência (sobre Orígenes e outros) como mestre de 193-220 d.C. […] 3) Orígenes, cerca de 185-254 d.C. […] 4) Dionísio, cerca de 190-265 d.C. […], tais expositores confrontaram o ensinamento da Igreja Primitiva.

A base dos argumentos da escola amilenista é que nós já estamos no Milênio. Agostinho, o maior opositor do quiliasmo, resume a questão assim, conforme a obra de Pentecost:

Ele ensinou que o milênio deve ser interpretado espiritualmente como cumprido pela igreja. Defendia que o aprisionamento de Satanás ocorreu durante o ministério terreno do nosso Senhor (Lucas 10.18), a primeira ressurreição é o novo nascimento do cristão (Jo 5.25) e o milênio deve corresponder, conseqüentemente, ao período entre os adventos ou era da igreja. Isso implicava a interpretação de Apocalipse 20.1-6 como uma “repetição” dos capítulos anteriores e não uma referência à nova era que seguiria cronologicamente os acontecimentos demonstrados no capítulo 19. Vivendo na primeira metade do primeiro milênio da história da igreja, Agostinho naturalmente entendeu de modo literal os mil anos de Apocalipse 20 e esperava que a segunda vinda ocorresse no final daquele período. Mas, por ter identificado o milênio de maneira incoerente com o que restava do sexto quiliasmo da história humana, ele acreditava que esse período deveria terminar por volta de 650 d.C. com uma grande explosão de maldade, a revolta de Gogue, seguida da vinda de Cristo em juízo.

Desse modo Agostinho fez várias afirmações que moldaram o pensamento escatológico:
1) negou que o milênio seguiria a segunda vinda,
2) defendeu que o milênio ocorreria no período entre os adventos e
3) ensinou que a igreja é o reino e não haveria cumprimento literal das promessas feitas a Israel.

Hoje o amilenarismo defende que tanto o reino é terrestre, sob a batuta da Igreja Católica, tanto se manifesta no Céu, onde Cristo já reina com os salvos que falecem e estão lá. É importante frisar, ainda baseado na mesma obra, que:

  1. Com a decepção sobre a volta de Cristo, episódio que não aconteceu como a Igreja dos primeiros séculos esperava, os expositores se viram na necessidade de reinterpretar as profecias. Nasceu aí a interpretação alegorizada que desaguou no amilenismo e no pós-milenismo, que veremos mais adiante;
  2. Com o peso argumentativo de Agostinho, considerado o maior expositor desde Paulo até então e ainda prevalecente em nossos dias, seus ensinos foram amplamente difundidos;
  3. Os ensinamentos de Agostinho foram abraçados pela Igreja Católica e, em consequência, pela maioria dos reformadores. A primeira ainda esposa tal ensinamento. Com o passar do tempo os descendentes da Reforma passaram a prestar atenção ao texto e alguns mudaram seu ponto de vista sobre o Milênio;
  4. À Igreja Católica interessava a noção de reino, com a manutenção das rédeas em Roma, uma vez que o Papa era o representante deste reino. A união da Igreja com Estado, sob Constantino, favoreceu tal posicionamento;
  5. A Igreja, de forma generalizada, reivindicou desde tempos imemoriais o lugar de Israel no cumprimento das profecias.

Frisaria ainda que, ao contrário do que já ouvi muita gente dizer, os amilenistas creem que no Milênio e que ele se cumpre agora. Então, não é que eles não acreditam no Milênio, eles o colocam fora da cronologia escatológica. Inclusive, Agostinho acreditava que esse período deveria terminar por volta de 650 d.C. com uma grande ex­plosão de maldade, a revolta de Gogue, seguida da vinda de Cristo em juízo, conforme Pentecost.

Fatos contrários ao Amilenarismo

  1. Não podemos procurar um sentido nas Escrituras, porque uma profecia não se cumpriu ainda. Pelo contrário, devemos nos moldar ao que diz a Palavra de Deus e aguardar seu cumprimento. O fato de o amilenarismo fatiar passagens para favorecer suas interpretações não demonstra senão falsidade intelectual;
  2. Apocalipse 20 não tem figuras de linguagem, como outras partes do livro, portanto, sua interpretação dispensa paradigmas alegóricos;
  3. O Diabo não está preso, conforme Apocalipse 20:1,2;
  4. Não houve nenhuma ressurreição, conforme Apocalipse 20:4;
  5. Não experimentamos paz no mundo, pelo contrário guerras e rumores de guerras;
  6. Israel não é a Igreja. Cada um tem seu papel na meta-história de Deus, que a seu tempo se cumprirá.

Pós-milenismo ou Pós-milenarismo

Comecemos sua conceituação com o que diz Pentecost:

O pós-milenarismo baseia-se na interpretação figurada da profecia, que permite grande liberdade em encontrar o significado de trechos difíceis — uma amplitude hermenêutica refletida na falta de uniformidade da exegese pós-milenarista. As profecias do Antigo Testamento relacionadas ao reino de justiça na terra serão cumpridas no reino de Deus no período entre os adventos. O reino é espiritual e invisível em vez de material e político. O poder divino do reino é o Espírito Santo. O trono no qual Cris­to sentará é o trono do Pai no céu. O reino de Deus no mundo crescerá rapidamente, mas com ocasiões de crise. Todos os meios são usados para apressar o reino de Deus — é o centro da ação providencial de Deus. A pregação do evangelho e a divulgação dos princípios cristãos particular­mente sinalizam o seu progresso.

A vinda do Senhor é considerada uma série de acontecimentos. Qualquer intervenção providencial de Deus na situação humana é uma vinda do Senhor. A vinda final do Senhor é o auge e reside num futuro muito remoto. Não há esperança do retorno do Senhor no futuro previsível, certamente não nesta geração. O pós-milenarismo, assim como o amilenarismo, acredita que todos os julga­mentos finais de homens e anjos são essencialmente um único acontecimento que se dará após a ressurreição de todos os homens antes do esta­do eterno.

Ou seja, o pós-milenarismo crê que:

  1. Todas referências ao Milênio no NT ou a um reino de paz no AT são alegóricas e jamais de tornarão realidade;
  2. Não haverá espaço entre a primeira e segunda ressurreição, nem Grande Tribulação;
  3. Os julgamentos finais terão lugar num único evento, antes do estado eterno.

Fatos contrários ao Pós-milenarismo

Podemos repetir alguns dos argumentos utilizados para o amilenismo, quais sejam:

  1. Apocalipse 20 não tem figuras de linguagem, como outras partes do livro, portanto, sua interpretação dispensa paradigmas alegóricos;
  2. O Diabo não está preso, conforme Apocalipse 20:1,2;
  3. Não houve nenhuma ressurreição, conforme Apocalipse 20:4;
  4. Não experimentamos paz no mundo, pelo contrário guerras e rumores de guerras.

Quem participará do Milênio?

Quatro grupos de pessoas participarão do Milênio:

Uma quantidade de pessoas não crentes, mas amigas de Israel, as chamadas, teologicamente, nações ovelha, que estarão à direita do Senhor Jesus em sua Segunda Vinda gloriosa (Joel 3:1,2; Mateus 25:31-46). Estas pessoas estarão aqui na Terra e foram favoráveis a Israel. Vão ser poucas pessoas visto que muitas já terão morrido por ocasião do derramamento das pragas sobre a humanidade:

  1. “E foi o primeiro, e derramou a sua salva sobre a terra, e fez-se uma chaga má e maligna nos homens que tinham o sinal da besta e que adoravam a sua imagem”. Apocalipse 16:2
  2. “E o segundo anjo derramou a sua salva no mar, que se tornou em sangue como de um morto, e morreu no mar toda a alma vivente”. Apocalipse 16:3
  3. “E o terceiro anjo derramou a sua taça nos rios e nas fontes das águas, e se tornaram em sangue”. Apocalipse 16:4
  4. “E o quarto anjo derramou a sua taça sobre o sol, e foi-lhe permitido que abrasasse os homens com fogo; E os homens foram abrasados, com grandes calores, e blasfemaram o nome de Deus, que tem poder sobre estas pragas; e não se arrependeram, para lhe darem glória”. Apocalipse 16:8,9
  5. “E o quinto anjo derramou a sua taça sobre o trono da besta, e o seu reino se fez tenebroso; e eles mordiam as suas línguas de dor”. Apocalipse 16:10
  6. “E o sexto anjo derramou a sua taça sobre o grande rio Eufrates; e a sua água secou-se, para que se preparasse o caminho dos reis do oriente”. Apocalipse 16:12

Fora outras coisas! Somente em Apocalipse 6:8 morrem 25% de toda humanidade. Em termos de hoje, sem contar os salvos arrebatados, temos em números redondos 1.750.000.000! Em Apocalipse 9:18, a terça parte dos restantes também morre. Afora todas as calamidades dos capítulos 8 e 9. Então, o número estará bem resumido e a Terra em caos.

O segundo grupo de pessoas é a nação de Israel. Aqueles que sobreviverem à perseguição do Anticristo, entrarão no Milênio com Cristo.

O terceiro grupo de pessoas são aqueles que morreram durante a Grande Tribulação por se negarem a rejeitar a Cristo (Apocalipse 20:4b). São, a princípio, os que não receberam o selo da besta (Apocalipse 13:18). Depois, alguns eventualmente arrependidos. Estes pagarão com a própria vida permanecerem fiéis ao Senhor Jesus e se reunirão ao quarto grupo.

O quarto grupo é a Igreja que fora arrebatada anteriormente e estava participando das Bodas do Cordeiro. Descerá dos céus com Cristo para reinar e julgar (Apocalipse 20:4a).

Haverá pecado no Milênio?

Sim. O homem que sobreviver aqui na Terra é o mesmo pecador de nossos dias. Só quem não pode pecar são aqueles cujos corpos se tornaram incorruptíveis na primeira ressurreição. Satanás hoje é o indutor do pecado, mas o homem tem sua natureza caída. O fato de ele estar preso não impede que o homem peque.

As crianças que morreram de grávidas durante a Grande Tribulação estarão no Milênio?

Assim como hoje, presume-se sua inocência. Irão ressuscitar e reinar com Cristo.

Haverá morte no Milênio?

Sim. A morte não estará presa como cantam e dizem alguns. É o Diabo que estará preso (Apocalipse 20:2). Leiamos Isaías 65:20: “Não haverá mais nela criança de poucos dias, nem velho que não cumpra os seus dias; porque o menino morrerá de cem anos; porém o pecador de cem anos será amaldiçoado.”. A morte só será destruída ao final do Milênio (Apocalipse 20:14). Em Apocalipse 9:5-6 diz que a morte fugirá das pessoas, mas não se refere ao período do Milênio, mas das pragas.

O Anticristo e o Falso Profeta vão morrer antes do Milênio?

Não. Serão lançados vivos no Lago de Fogo (Apocalipse 19:20)

Qual o papel de Israel no Milênio?

Israel irá cumprir seu papel de difusor da Palavra de Deus no Milênio. O país foi colocado por Deus na encruzilhada do mundo, visando anunciar a Palavra, mas abdicou de sua responsabilidade. Deus, então, levantou a Igreja com este intuito e suspendeu o cumprimento das profecias, até que o tempo dos gentios se complete. As famosas setenta semanas de Daniel 9:24-27, leia ainda Isaías 2:3 e Miquéias 4:2.

Onde estará a capital do mundo durante o Milênio?

Durante o Milênio a capital mundial será Jerusalém (Isaías 2:3, Miquéias 4:2). De lá reinará o Senhor Jesus (Atos 17:31; Zacarias 14:9) e haverá uma só língua (Sofonias 3:9) e o Mar Morto terá peixes (Ezequiel 47:8-12).

O Espírito Santo atuará no Milênio?

O Espírito Santo será derramado sobre toda a carne de modo pleno (Jeremias 31:33-34; Joel 2.28-32; Ezequiel 36:25-31). A profecia de Joel será cabalmente cumprida, pois apenas uma parte se cumpriu no Pentecostes.

Qual a situação dos animais?

Os animais perderão a ferocidade, se tornarão dóceis e vegetarianos (Isaías 11:6-8; 65:25).

O que acontecerá ao fim do Milênio?

1) Satanás será solto e enganará as nações para que subam e lutem contra o Senhor Jesus (Apocalipse 20:7-9);
2) Seus aliados serão mortos queimados (Apocalipse 20:9);
3) Satanás será vencido e lançado no lago de fogo e enxofre (Apocalipse 20:10);
4) Se instalará o Juízo Final ou Juízo do Grande Trono Branco. Assunto da próxima aula.

Medite e reflita neste importante assunto.

Bibliografia

Pentecost, J. Dwight, Manual de Escatologia, Editora Vida, 1998

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3 Comentários

  1. jonas disse:

    pastor como sempre foi de grande ajuda que Deus continue dando graça mas uma vez obrigado

  2. Eduardo Juvenal da Silva disse:

    Ótimo comentário. Será de muito proveito para a aula de amanhã na EBD. Parabéns pela iniciativa, nobre amigo.

  3. Paulo Henrique da Silva disse:

    Conteúdo edificante, mesmo admirando Agostinho, e reconhecendo a importância de seus ensinamentos em outras áreas, cometeu erros Esdrúxulos ao interpretar mal o Milênio!