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Divórcio e novo casamento – Um estudo aprofundado do tema!

5 thoughts on “Divórcio e novo casamento – Um estudo aprofundado do tema!”

  1. Roberto Rocha says:

    O que leva uma mulher casada à pratica do adultério? Cada caso é um caso, tem delas que é por pura safadesa mesmo! Mas existem outros fatores que levam uma mulher a cair neste pecado. 1°- são aqueles que não tem tempo para a esposa,vive tão “ocupado na obra” que não sobra tempo para a mesma.Conheço um caso que o moço só viva no monte e deixava a mulher novinha sozinha em casa,não deu outra, o vizinho tratou de dar a devida atenção que o irmão não dava a sua esposa. 2°- Mulheres mal amadas e despresadas,sendo tratadas como meras empregadas, a coitada vive com fome de carinho,ser amada em todos os sentidos e o esposo não tá nem aí para a sua fome. A bíblia diz para não darmos lugar ao diabo,que anda em nossso derredor,vendo tudo! Com certeza ele vai enviar alguém para saciar a fome desta mulher! Quem é que vai oferecer comida para alguém que já estar saciado? São varios os fatores que levam uma mulher a cometer o adultério e depois que isto acontece, elas é que são a vilã da história e o homem é sempre a vitima! E para vós homens: Querem uma mulher submissa e carinhosa? Amem vossas esposas com toda a intensidade e isto será uma realidade em vosso casamento, pq no meu é assim, e olhem que já tenho 29 anos de casado!

  2. Ademario Farias says:

    Paz PR. Eu nunca concordei com o divórcio, porém se ouver de ambos traição? E não houver acordo e se esses casais se divorciarem? Na sua opinião não é lícito para os dois se casarem de novo? Na minha opinião deveria haver sim, mas que não se recasem de novo e de novo , como acontece hoje em dia.

  3. Valdomiro Filho says:

    Paz Pr. Daladier,
    Sem querer, claro, legislar (não tenho cacife para isso) sobre a questão, guardo comigo algumas observações particulares sobre assunto que exponho aqui.

    Parece-me que, no mínimo, três situações permitem um novo casamento:
    1 – Morte de um dos cônjuges
    2 – A prática de “pornéia” por um dos cônjuges.
    3 – O abandono do cônjuge por parte do companheiro(a) não crente.

    Se quanto à morte não deve haver dúvida do que isso significa: Rm. 7.2 com Mt. 22.25; os outros itens, como se pode ver pelo artigo, pede mais detalhes que uma leitura corrida do texto bíblico.

    Como foi indicado a palavra pornéia pode “… significa: ofensivo ao pudor, contrário aos bons costumes, imoralidade, incluindo o sentido sexual”. A observação “inclusive o sentido sexual” em vez de “apenas no sentido sexual” permite uma gama de possibilidades ligadas ao “ofensivo ao pudor, bons costumes e a imoralidade”.

    O texto de Mt. 19 usa duas palavras significativas: “pornéia” e o verbo derivado de “moicheia”. “Eu, porém, vos digo: quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas (PORNÉIA), e casar com outra comete adultério (MOICHETAI) e o que casar com a repudiada comete adultério (MOICHETAI).” – Almeida Atualizada

    A pergunta simples que salta ao texto é: Como alguém pode repudiar sua mulher por causa de “PORNEIA” sem que essa pornéia seja, em última análise, “MOICHEIA”? Qual palavra melhor e mais objetivamente define um ato sexual fora do casamento praticado por alguém casado? “pornéia” (prostituição) ou “moicheia” (adultério)?

    Se para o item dois, apenas uma relação sexual fora do casamento fosse a condição para legitimar a separação, então, a palavra apropriada deveria ser a que define o ato sexual fora do casamento, expressa de forma inconfundível (moichetai) na sequência do versículo.

    Ora, se “pornéia” é apenas relação sexual ilícita, então, o cônjuge que comete “pornéia”, na verdade cometeu “moicheia”.

    Mas, ao usar “pornéia” o Autor (Jesus) parece querer imprimir um campo semântico maior que o abrangido pela palavra “moicheia”. Sem contudo permitir o “qualquer motivo”.

    Sem querer relativizar, mas, antes, querendo considerar uma diferença que o texto sugere de forma clara, tenho a impressão que não é apenas e estritamente o ato sexual que rompe os votos e os laços matrimoniais.

    Isso parece estar claro no trato do item 3.

    Paulo ao falar I Co. 7.15: “Mas, se o descrente (ÁPISTOS) quiser apartar-se, que se aparte; em tais casos, não fica sujeito à servidão (δεδούλωται)_nem o irmão, nem a irmã; Deus vos tem chamado à paz”.

    A palavra “ápistos” descreve não somente o descrente, mas o infiel. Assim, não parece ser apenas o caso em que um dos cônjuges, de um casal de não crentes, após ter se convertido ser abandonado pelo marido ou pela mulher que não aceitou a fé, mas, também, de alguém que está em estado de infidelidade a Deus e abandonou o companheiro(a) de casamento.

    Ao usar o verbo “δουλόω” (em δεδούλωται = servidão), o autor sugere que não estar sujeito a escravidão significa ser livre para um novo matrimônio, posto que se após ser abandonado a pessoa não pudesse contrair novas núpcias estaria realmente em estado de escravidão com quem a abandonou.

    Assim, apesar de ser um repúdio, o ato do infiel (ou não crente) em I Co. 7.15, sem ter sido por causa de adultério ou qualquer ato sexual, o repudiado está livre para contrair novas núpcias.

    Se “porneia” de Mt. 19.9 for entendido sempre como ato sexual praticado por alguém casado (a despeito desse ato ser descrito de forma indubitável por “moicheia”), Paulo teria sugerido ou acrescentado um outro motivo, que estaria, a rigor, em desacordo com o dito em Mt. 19, para permitir um novo casamento. Mas, se “pornéia” for entendido, TAMBÉM, como algo “ofensivo ao pudor, contrário aos bons costumes”, então, ele, Paulo teria apenas listado uma possibilidade de separação sem haver extrapolado o ordenamento de Jesus em Mt. 19.9.

    Assim, “porneia” fica no âmbito da conjugalidade, sem contudo sempre significar, necessariamente, o ato sexual extraconjugal efetivamente praticado (até porque para esse ato há uma palavra apropriada e que foi usado no contexto de Mt. 19.9) .

    S.M.J
    Paz seja com todos!
    Valdomiro.

  4. Daladier Lima says:

    Prezado Valdomiro,

    Suas colocações valeriam um novo artigo sobre o assunto. Excelente!

    Daladier Lima

  5. Valdomiro Filho says:

    Amém, caro Pr. Daladier!

    Abraço fraterno.

    Paz seja contigo!
    Valdomiro.

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